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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

iPAd, Kindle, Sony e-reader 3 videos

 
Ipad





Kindle


Sony e-reader






@cajuínas

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

iPad o e-reader (leitor eletrônico) da Apple.







Steve Jobs esperou quatro anos por isto e o momento finalmente aconteceu: o tablet da Apple está aí. Chama-se iPad, vai custar a partir de 499 dólares e deverá chegar a Portugal e ao resto do mundo dentro de apenas dois meses. É tal qual aquilo que se projectou durante os últimos meses: um cruzamento entre o iPhone e o MacBook. A expressão "iPhone com esteróides", que andou de boca em boca na blogosfera, é muito próxima daquilo que o CEO da Apple revelou ontem, pelo menos no que respeita ao conceito e ao design. 




"É a nossa tecnologia mais avançada, num aparelho mágico e revolucionário a um preço incrível", disse Steve Jobs, visivelmente entusiasmado. O CEO já não tem o fulgor de outros tempos, muito pela doença que o afastou da Apple durante vários meses, mas ainda consegue arrancar ovações de pé a uma plateia de analistas e jornalistas.

"Todos usamos portáteis e smartphones... e a questão apareceu: haverá espaço para qualquer coisa no meio disto?", perguntou Jobs antes de tirar o iPad da cartola. "Para criar essa categoria, tinha de ser muito melhor em certas tarefas", continuou, referindo o email, a música, a partilha de fotos, os videojogos, surfar na web. E como os netbooks "não são melhores em nada", a Apple decidiu salvar o mundo e apresentar o iPad.


O nome escolhido é talvez o menos atractivo de tudo o que se dizia, embora fosse de esperar depois de se saber que a Apple o tinha registado. Por outro lado, o tablet mais esperado de sempre não cumpriu algumas das previsões - não tem câmara, não permite fazer chamadas (talvez para não canibalizar o mercado do iPhone), não permite o multitasking (várias aplicações a correrem em simultâneo) e não interage com o toque dos dedos para além de um multitoque avançado.

Então onde está a revolução de Steve Jobs? As reacções ao lançamento foram mistas, com alguns analistas a mostrarem desconfiança e os especialistas a aplaudirem de pé a "última criação" da Apple. Mas o certo é que o iPad é um tablet único, que vai fazer convergir conteúdos que nunca antes se encontraram na mesma plataforma. Os bilhetes dourados estarão nos livros electrónicos, nos jogos e na loja de aplicações.

Mas o mais surpreendente deste "Jesus Tablet" é o preço do modelo de entrada, metade do que os analistas previam e uma grande ameaça ao Kindle da Amazon e aos netbooks premium que andam no mercado.

"Tínhamos um objectivo de preço muito agressivo porque queríamos pôr o iPad nas mãos de muita gente", disse Steve Jobs. Com 125 milhões de cartões de crédito activos a comprarem milhões de músicas e aplicações nas lojas iTunes e App Store, não será difícil fazer contas interessantes para a nova vaga que aí vem.

"O Kindle está morto", ouviu-se nos bastidores logo a seguir ao evento. De facto, a componente de leitor de livros electrónicos e a nova loja iBook Store são arrasadoras no iPad. Não só pela facilidade de compra e download, mas também pela imagem a cores e a qualidade do ecrã, que permite uma experiência de leitura mais aproximada do original.

Nesta mesma linha, os acordos que a Apple conseguiu com editores de media serão cruciais - o "New York Times" desenvolveu uma aplicação exclusiva para o iPad que permite, além de ler os artigos em tamanho normal, ver os vídeos que estão embebidos na própria notícia. É verdade que Steve Jobs não explorou muito esta capacidade que o iPad poderá ter de reinventar o consumo de jornais e televisão. À medida que os acordos forem sendo feitos com os detentores dos conteúdos, este papel messiânico que a indústria multimédia atribui ao iPad ficará mais claro - até porque esse será o elemento decisivo para muitos consumidores. O iPad tem de trazer conteúdos tão ricos e diferentes que justifique andar nas malas em substituição do portátil. Pela demonstração feita ontem, Steve Jobs é bem capaz de o conseguir.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Kindle vs. Sony reader in english


from pcworld



Sony's E-Reader vs. Kindle: 5 Reasons Amazon Should Worry

Jared Newman
Aug 26, 2009 11:59 am

Sony has been all about the e-reader lately, announcing the Digital Reader Pocket Edition and Touch Edition earlier this month, then follsony reader kindleowing up yesterday with the Digital Reader Daily Edition, a high-end product with a touch screen and 3G connectivity. It's clear that Sony's approach is anything but half-hearted, and I think the company is in prime position to knock Amazon's Kindle e-reader of its perch. Here are five reasons why:

More Choice:


Simply put, Sony will be selling three current-generation e-readers, and Amazon sells only two. More isn't necessarily better, but each reader offers a distinct improvement over the last, allowing buyers to save money by abandoning features they don't need.

Touch:


Old-schoolers lament how e-readers lack the tactile pleasure of a print book, but touch screens are as good a consolation as it getamazons. Two of Sony's readers, the Touch Edition and the Daily Edition, have this feature, while Amazon's Kindles are stuck with buttons. Who presses their way through a book, anyway?

It's Cheaper:


For $300, it's a toss-up between the Kindle's 3G connectivity and the Touch Editisony readeron's touch response, but Sony's clearly got the upper hand when you move up or down in price. The Pocket Edition seems more desirable for $200 than a first-generation Kindle, and at $400 Sony offers a 3G reader with a 7-inch touch screen. That's not as large as the 9.7-inch Kindle DX, but it's also $89 cheaper.

Open Format:


Sony has apparently learned from the ATRAC days that open file formats are more preferable than proprietary ones. By supporting the ePub format, Sony's essentially guaranteeing that your digital library will always have a home. Stick with Kindle's proprietary format, and you're forever a slave to Amazon's device.

Cool Features:


Remember libraries? If you buy a Sony e-reader, you won't have to give them up thanks to the company's partnership with OverDrive -- an e-book providesony readerr that works with a network of public libraries. Sony's Daily Edition reader is also connected to a Scribd site called "Words Move Me," where people can post and share their favorite book passages. If an e-reader's going to connect to the Internet, it might as well be social about it.







@cajuínas

Comparação do Kindle com o Sony reader - post de Helton Kuhnen


No Blog Hitechlive


Twitter: http://twitter.com/hitechlive




Os leitores de ebooks parece que finalmente será adotado por grandes jornais como o The New York Time, o que resta saber é qual dos aparelhos vai ser o mais vendido e o que tem mais vantagens: Kindle da Amazon ou Sony Reader? Vamos as especificações:
Amazon Kindle
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Anunciado em 2007, o portátil passou por modificações e chegou no dia 09 de feveireiro de 2009 em sua segunda versão:  mais robusta, com tela e capacidade maiores. O Kindle DX,(terceira geração do leitor) apresentado no último dia 6 de maio, suporta arquivos PDF e vem com tela de 9.7″ na diagonal. Apoiado pelo Jornal The New York Times, o Kindle DX tem acesso à loja Amazon.com que possui um acervo de 275 mil e-books para download.
A tela com resolução de 1.200 x 824 pixels e o acelerômetro, (tecnologia que rotaciona a tela conforme a posição) elevou o custo do modelo DX para 489 dólares. Essa terceira versão estará disponível somente a partir de setembro de 2009.
O modelo Kindle 2 , com 1.4GB de espaço, porta USB e peso de 289g já pode ser comprado por 359 dólares.

Sony Reader
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O modelo PRS-700BC Reader Digital Book da Sony tem as mesmas 6″ sensível ao toque. O aparelho usa uma tecnologia chamada Ink que facilita a leitura em locais externos. Para anotações, um teclado virtual é disponível. Em contra partida, a tela de LED aumenta o brilho em locais com baixa iluminação.
Dentre outras features do Sony Reader, zoom para ajustes no texto e o peso de 260g torna o Reader Digital bastante portátil. A bateria de lithium permite a leitura de 7.500 páginas ou 2 semanas de leitura com uma única recarga. Para aumentar a memória interna de 512MB é possível utilizar cartões de memória Memory Stick Duo ou SD Memory cards.
Conclusão:
Acredito que nenhum dos 2 será “O Escolhido”. Ambos têm especificações boas e chance de vender bem em vários países. O jeito é escolher o que mais lhe agrada, seja pela fabricante ou por suas funcionalidades e especificações.








@cajuínas

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O Mundo moderno, surpreendente? Só pra quem ainda não se deu conta.





Quem precisar, há legenda, basta clicar no CC, canto inferior direito do vídeo.

Dizem que na natureza prevalece a lei do mais forte, mas não é verdade, prevalece a lei do mais adaptado. O dinossauro era o mais forte. O mundo de hoje está no devir, como refletiu Deleuze. Nos cabe nada mais que correr atrás, como ensina o carioca.

Este vídeo acima nos dá uma pequena idéia do que está ebulindo pelo tempo, tecnologia, economia, relações, comportamento, etc. Quem dormir no ponto vai acordar em outra era, num futuro distante, onde não reconhecerá nada, e nem se reconhecerá no mundo.

Minha geração nasceu um pouco antes dessa evolução de transformações, e sente ainda o imaginário preso ao mundo seqüencial dos anos 70-80. Agora, filho, é forçar a braçada e alcançar a onda.

Como cantou Dorival Caymmi (Milagre): quem é de labutar, labutou, quem é de güentar, güentou, Zeca, esse nem falou. Caymmi completa que é só jogar a rede, e puxar, mas hoje o verso rima em se jogar na rede.




@cajuínas

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Rapidinhas





Saiu no Globo hoje, que cientistas de Seul criaram cães da raça Beagle transgênicos. Os snoopys tiveram gens de algas inseridos em seu DNA, portanto brilham sob luz ultra-violeta. Gente sou só eu ou vocês também acham isso muito louco?!








Dois torcedores discutindo sobre a final Flamengo X Botafogo de domingo próximo. Um gaiato (como diria o Ancelmo) afirma: As chances do Flamengo aumentaram muito. Cuca foi suspenso!!





Como flamenguista, me sinto autorizado a lamentar a atitude selvagem de Juan. Futebol é alegria. Temos que valorizar os craques e as jogadas bonitas. Juan é um bom jogador, mas deixou o ego subir à cabeça. Viva o drible, viva a alegria, a irreverência, viva o futebol!!!






@cajuínas