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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Budapeste - Diário de viagem 14/06/2010



Último dia em Budapeste, hoje foi dia de ir às compras, presentes e lembrancas. Passeamos pela Rua Váci e fomos até o mercado central. O mercado central é muito interessante do ponto de vista arquitetônico. O primeiro andar é o mais legal, tipo uma cobal ou cadeg (mercados do RJ). O segundo, onde há os standes de presentes, a gente perdeu umas três horas para chegar à óbvia conclusão de que todos vendem praticamente as mesmas coisas pelo mesmo preco. Dá pra achar alguns quepes do exército vermelho e bugigangas soviéticas (acho que são feitas na china), toalhas rendadas, as mais baratas são chinesas, caixas de segredo, babuskas (aquelas bonecas umas dentro das outras) e o que eu achei mais legal, os ícones ortodoxos, que vêm da Grécia. Ou seja, praticamente nada húngaro.


Na Vaci e na Fashion street lojas tipo Zara, C&a, Louis Viton e etc. Mas na Vaci achamos uma lojinha econdida (esqueci de tirar fotos) que é uma mistura de antiquário com loja de presentes e objetos de arte. Muito legal, se chama Acs Balint e fica no número 23 da Vaci.

Dicas de Budapeste pra quem vem:

Há os passeios com guias pra quem gosta. Pra quem prefere andar sozinho, venha pra passar 4 dias pelo menos, reserve: 



Um dia para andar na cidade a pé, é segura e linda, não deixem de visitar as margens do Danúbio ao entardecer. O parlamento também é espetcular, quando sair dele, atravesse o Danúbio e o observe pelo outro lado do rio. Atravesse a ponte de Széchenyi Lánchid a pé,  segura e muito prazerosa.

Um dia para as igrejas, de preferência domingo, há as missas, portanto estão abertas, adorei São Matias, São Estevão (o fundador da cidade), Santa Ana, São Francisco, Ortodoxa Húngara, Reformista de Buda, mas faltaram várias.

Um dia para os museus, não funcionam nas segundas e no sábado e domingo fecham cedo, nossa maior decepcão, pois planejamos mal e não deu pra vistar  quase nenhum, pelo que vimos aqui  os mais legais são o de arte aplicada e o histórico.



Um dia para arredores e um dia para compras e curtir.


Pra economizar compre sucos ou refrigerantes e pão, presuntos, queijos e etc nas padarias e mercadinhos, sai mais barato que restaurante. A cerveja aqui é boa. As pessoas são educadas, emboras as mais velhas sejam mais secas, o que incomoda a nós homens cordiais que somos brasileiros. A moeda engana,  você pode gastar 20 mil Florins em um dia facilmente. Lembra a época do Cruzeiro, tudo valia mais de cem. Para se situar, calcule que 1 real vale aproximadamente 100 Florins.

Minhas preferências: 

Igreja de São Matias e tomar uma cerveja no café do muro do castelo do pescador que fica ao redor da igreja. Fica no alto de um morro ao lado do Danúbio de onde podemos ver toda Budapeste. 

Igreja de São Estevão, exuberante e tem uma visão de cima da torre, por onde vemos a cidade.

 Parlamento.
A loja Acs Balint.




Vale muito a pena, se da vida nada se leva que ao menos as lembrancas. 

@cajuínas
Paulo Siqueira
Christiane Quintiliano 




domingo, 13 de junho de 2010

Budapeste - Diário de viagem 13/06/2010



Hoje foi dia de visitarmos as igrejas. Saí com a camisa do Flamengo e funcionou, muita gente reconheceu e acreditem, dá desconto em qualquer lugar....rsrsrs. O mais diveritdo é falar besteiras sem sentido nenhum em português e tudo bem, ninguém entende mesmo. Continuei chamando todo mundo de bunda suja, mas tem que tomar cuidado porque encontramos uns brasileiros lá. O primeiro casal fingiu que não era brasileiro e ficou falando baixinho pra não reconhecermos, mas depois acabamos encontrando até amigos. Até agora não sei se é vantagem, afinal de contas, legal é esquecer do Brasil um pouquinho.

Fomos pela ordem:



Sinagoga. Achamos caro, pois fomos obrigados a pagar pelo tour, o qual, na boa,não dá pra agüentar um carinha falando naquele tom decorado sem saco. Na entrada, o agente do Mossad conhecia o Flamengo, mas se recusou a responder qualquer pergunta minha sobre se conhecia o Brasil. Será que ele já se infiltrou na torcida? Espero que eu não cause problemas pro clube.  



Igreja de São Francisco. Linda e a missa é linda também, há cantos. A língua magiar soa muito bonita na música e nas oracões.




Igreja Ortodoxa Húngara. Belíssima e a missa é muito bonita também. Destaque para os santíssimos milenares.



Igreja de São Estevão. Espetacular, sem palavras. Vou voltar lá amanhã para acender uma vela. Subimos a torre para ver a cidade de cima, são uns quinze andares, pra depois descobrirmos que há um elevador. Espero que Deus dê pelo sofrimento, como ouvi certa vez na voz de um boiadeiro nordestino de aboio e toada.



Terminado o tour de igrejas, ficou faltando a calvinista, mas tudo bem, pegamos o metrô e fomos aos banhos.



Lá perto do castelo Vajdahunyad achamos a estátua do escritor ânonimo, aquela do filme. 



Castelo buda. É na verdade uma ruína com subterrâneos que são um labirinto. O visual lá de cima do morro é espetacular. Lanchamos num café onde havia uns músicos (violino, baixo de orquestra e xilofone) Belas músicas, apostei com eles uma música brasileira e, óbvio, Garota de Ipanema com direito a "obrigado" no final. Engracado, o português se espalha pelo mundo gracas ao Brasil.


@cajuínas
Paulo Siqueira
Christiane Quintiliano

sábado, 12 de junho de 2010

Budapeste - diário de viagem 12/06/2010



Hoje andamos o dia todo. Márcio pode ter certeza que a cidade é muito bonita, tatno Peste quanto Buda. Destaque para a Igreja Mátyás com estilo gótico mas o interior revestido com influências bizantinas.

Adorei este vitral por tŕas da imagem de Nossa Senhora.




Roteiro:

Museu de arte noveau



Parlamento


uma parada para ver o cartaz de Caminho das Índias



Igreja de Santana



Igreja reformista de buda



Strudel na casa de strudel mais antiga de Budapeste



Conclusão: Cidade linda, limpa, vazia o suficiente. Mas incrível como em qualquer canto do mundo, por mais que a cultura seja diferente, outra etnia, história, língua, todo mundo se veste igual e escuta as mesmas músicas. 





@cajuínas
Paulo Siqueira
Christiane Quintiliano

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Budapeste - relato de viagem 11/06/2010

Após doze horas voando finalmente chegamos à Budapeste. No avião Paris-Budapeste, que seguiria para o Paquistão depois, veio junto um grupo de cristãos estadunidenses com um reverendo e tudo junto. Pensei logo que se Al Qaeda seqüestrasse o avião, pelo menos a maluquisse do Lula fazendo acordo com o Irã valeria alguma coisa e os terroristas pudessem nos libertar, afinal é copa do mundo e tem jogo do Brasil dia 15.

No taxi do aeroporto para o hotel, já tomamos um esporro do taxista/torcedor da Alemanha/racista e que anda com uma bola de futebol na mala do carro. O taxi tinha ar condicionado, mas apesar do calor ele estava doente e não poderia liga-lo. Mas o esporro foi porque não sabíamos que temos a obrigacão de acrescentar 10% no pagamento de restaurantes e taxis.

Tudo bem, o recepcionista do hotel torce pelo Brasil e por causa disso ganhou da gente uma camisa da selecão.Trouxemos um monte da uruguaiana para comprar simpatias, dá certo.

Passeamos pela cidade que é linda e tranqüila. Chegamos à tão sonhada margem do Danúbio que realmente é um espetáculo.



Jantamos/almocamos à margem do Rio e é muito divertido chamar os outros de bunda suja com um sorriso simpático no rosto e receber outro sorriso de volta. Também não dá pra saber se eles fazem o mesmo.

Há uma praca no centro (Ersébet)) acho que é a Lapa daqui. Muita gente bebendo, fumando e conversando, gringos (aqui nós somos os gringos) e húngaros. 


Ainda não deu pra conhecer muito, mas foi uma lua de mel com direito a dia dos namorados untosà margem do Danúbio, isso dá música e poesia.


@cajuínas
Paulo Siqueira
Christiane Quintilliano