segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011


Mulata Um Tufão nos Quadris


Vale uma conferida neste documentário que debate com 13 mulatas-shows suas vidas, seus sonhos, vitórias, derrotas e principalmente, seu trabalho. Belos depoimentos e belíssimas personagens.

@cajuínas
Paulo Siqueira
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

La Tregua, Francesco Rosi, 1997


La Tregua
(Francesco Rosi, 1997)

Bela Cena que retrata o retorno do Exército Vermelho, vitorioso pra casa após a segunda guerra mundial. O filme é inspirado no livro homônimo de Primo Levi. Primo Levi compara o espetáculo a uma parada circense. 

A cena em questão é citada no livro Moscou 1941, de Rodric Braithwithe. Interessante livro sobre a cidade de Moscou antes e durante o ataque alemão de 1941, que redundou numa batalha de cinco meses, cheia de heroísmos, tragédias e choque de massas, tanto humanas quanto industriais, culturais, ideológicas e patrióticas.

O autor faz uma interessante abordagem, buscando o lado humano e individual, dentro do tufão que era um conflito de massa como aquele, único na história. Deve-se filtrar sua ideologia extremamente contrária ao regime soviético. Tudo bem, ninguém quer defender o stalinismo, porém, fica a impressão de que o diabo é pintado mais feio do que era. Veja bem, era um diabo e estava pintado, mas... 

Por outro lado, lendo-se o livro, quem não conseguir filtrar a ideologia forte do autor, não consegue entender como o soviético lutou com tanta garra e bravura, entregando à pátria e ao seu povo tudo,  sua segurança física e mental e até mesmo sua vida. Somos levados a crer que tudo se decidiu por quem errava mais, Hitler ou Stalin e obviamente um conflito como a segunda guerra mundial, nunca se poderia decidir em cima das decisões, certas ou erradas, de dois homens, por mais poderosos que fossem. Não é assim que caminha a história.



Acredito que da mesma maneira que os historiadores durante o stalinismo foram tomados pela violenta ideologia ao se debruçar sobre o tema, com o fim do regime a onda revisionista, também tomada de paixão, busca destruir demais os símbolos e memórias soviéticos. Apesar de todos os horrores e erros, aquelas pessoas, o cidadão soviético comum, realmente acreditava estar construindo um futuro socialista e seu símbolo, hoje em dia tão desgastado, era a união dos trabalhadores da cidade e do campo, numa era em que as condições de vida do trabalhador eram as piores possíveis e o capitalismo ainda estava em uma fase muito mais voraz que a atual.



Muita água rolou, muita gente morreu, foi perseguida, massacrada torturada, teve sua família destruída para que as gerações atuais possam discutir democracia nos termos em que são discutidos, e até mesmo utilizar redes sociais para se mobilizar e destituir ditadores com todo apoio mundial.

Vale a leitura e vale ver o filme, com espetacular direção de Francesco Rosi e atuação de John Turturro. A cena é empolgante e o filme consegue transmitir a emoção daquelas pessoas e seu sentimento de gratidão ao exército libertador, como assim era visto o Exército Vermelho ao fim da guerra.

@cajuínas
Paulo Siqueira
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Filme animação - Scrum Half

Mais um filme da Ópera Prima


Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2011

Ficha:
Título: ScrumHalf
Tempo: 1'42"
Cliente: GPE
Concepção: José Augusto Rodrigues Nt.
Locução: Luciano Gama Pereira
Produção: Ópera Prima
Edição e finalização: Lucas Joaquim
Sonorização: Diego Leite
Direção: Paulo Siqueira









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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Frases e pensamentos - Rocky Balboa - Coleção Belas Cenas do Cinema






"Não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. O quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha"
   Rocky Balboa                       



No pensador uol há 14 citações do Rocky Balboa. Ultimamente as declarações do Stalone têm sido comparações com macacos. Mas tudo bem, afinal temos que separar o homem do personagem.



O personagem Rocky Balboa realmente toca a todos. O primeiro filme da série foi considerado um dos melhores de todos os tempos do cinema. Depois vieram os seguintes, cada vez piores uns aos outros, mas no último ele acertou de novo. 

O excepcional do primeiro filme é que justamente ele contava a história de um perdedor, o herói simplesmente perde ao final, indo totalmente contra o que o cinema americano sempre fez, pregou ou vendeu. 

Além de tudo há a belíssima trilha (que depois foi gravada pleo Survivor como Eye of the Tiger).





Essa cena da escada é fenomenal.


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Paulo Siqueira
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Desenhos animados - cartoons - Pica-Pau




A Vassoura da Bruxa

Pica-Pau era o desenho que eu mais gostava quando criança. Até hoje eu gosto e vez em quando paro em frente à TV pra assistir às reprises dos episódios que já vi centenas de vezes. É considerados um dos melhores desenhos animados do século XX e já ganhou três Oscars, um pela inesquecível canção.


Os episódios podem ser encontrados no youtube. No in-pressãocriativa há um bom artigo sobre ele e alguns desenhos. Particularmente eu gosto mais da fase do Pica-Pau Louco, a primeira, com o personagem mais nonsense. 


Pra quem quiser lembrar, mais um episódio: Pica-Pau Biruta


Paulo Siqueira
@cajuínas
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Coleção Belas Cenas do Cinema - Amargo Pesadelo (Deliverance, 1972)


Só o cinema consegue proporcionas momentos como este. Raros é verdade,  mas mágicos. Só acontece quando se dá o encontro entre um diretor iluminado com atores iluminados, uma história iluminada e um momento mágico, percebido pela equipe numa sensibilidade ímpar.




Recebi esta cena por e-mail, dizia assim:
O vídeo é uma cena verídica.
*O garoto não é ator, apenas um AUTISTA que residia no local*
onde estavam sendo feitas as filmagens de "Amargo Pesadelo".
A equipe parou num posto de gasolina para abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o diretor teve a felicidade de encaixar no filme.
Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a
alegria do garoto.
Repare na sua expressão.
No início está distante, mas à medida que toca seu banjo ele
cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos sua alegria.
A alegria de um autista que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro.
O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.
Depois, ele volta para dentro de si, deixando sua parcela de beleza eternizada "por acaso" no *filme Amargo Pesadelo*    (Ano: 1972).

@cajuínas
Paulo Siqueira